O IPO da Coinbase pode, além de ser um investimento lucrativo, ser também um divisor de águas, dizem os especialistas.

Nesse artigo apresentamos uma análise de valor para empresa e a importância qualitativa desse momento para o seu setor.

A Coinbase Global Inc. é a maior exchange do mercado cripto norte americano e a primeira do segmento a abrir capital em bolsa.

Seu negócio principal é uma plataforma online onde pessoas compram e vendem criptomoeda. Ela também armazena os ativos (custódia) e oferece uma plataforma de trade e um gerenciador de digital wallet para seus clientes.

Em números atuais disponibilizados no site da plataforma, a Coinbase tem como base mais de 43 milhões de clientes verificados em mais de 100 países, possui US$ 90 bilhões em ativos custodiados e mais de US$ 500 bilhões negociados.

Além disso, ela faz parte do Center Consortium, numa colaboração com a Circle Internet Financial (Circle), para desenvolvimento do USD Coin (USDC), sua stablecoin.

A empresa californiana, baseada em São Francisco, foi fundada em 2012 e é liderada por Brian Armstrong (CEO e Co-fundador) – um ex-engenheiro de software do Airbnb – e Emilie Choi (Presidente e COO).

Ao longo desse período, arrecadou US$ 547,3 milhões em 11 rodadas de investidores do porte de Tiger Global Management, Andreessen Horowitz, Y Combinator, Greylock Partners e Battery Ventures. A True Capital Management e o Fundamental Labs fazem parte dos que entraram na última captação.

A empresa também investe em outros players do mercado cripto, principalmente focados em infraestrutura para o ecossistema DeFi. Através de seu fundo USDC Bootstrab Fund, utilizando protocolo smart contract, já adquiriu participação em 15 organizações. Sua aquisição mais recente foi Bison Trails em janeiro de 2021, a plataforma blockchain por trás da estrutura de custódia da própria Coinbase.

A receita da Coinbase vem de um combinado de, aparentemente, bons serviços. Em primeiro lugar, um grande trunfo da operação da Coinbase parece ser a segurança de custódia de ativos de terceiros, garantindo a manutenção de seus clientes frente à concorrência e ainda angariando destes quando em debandadas por ataque de hackers.

Porém, o serviço de wallet, apesar de muito popular, não é cobrado.

As margens e taxas as quais compõem o faturamento da Coinbase só são cobradas quando o cliente compra e vende as criptomoedas listadas, conforme a tabela abaixo:

Margin fee Também conhecido como spread, é uma taxa que varia conforme a condição do mercado. Na média, a Coinbase cobra cerca de 0,50% para compras e vendas de criptomoedas.
Coinbase fee Comissão sobre todas as transações, cobrada além do spread. O valor cobrado depende da localização e do valor total da transação.

A Coinbase possui outras linhas de negócios além de seus serviços de exchange:     

  • Coinbase Commerce: fornece aos varejistas online um software para que eles aceitem pagamentos em criptomoedas;

  • Cartão Coinbase: ainda no estágio inicial de desenvolvimento, a ideia é dar a seus usuários um cartão de débito Visa físico e um aplicativo de acompanhamento para gastar criptomoedas (muito similar ao oferecido pelo Alter a seus clientes);

  • Conversão USD (USDC): a Coinbase oferece alocação em sua própria stablecoin, a USD Coin (USDC), que é construída na plataforma Ethereum. Seu valor está vinculado ao dólar norte americano; então, 1 USDC sempre vale US$ 1,00.

Pelo fato de (ainda) ser uma companhia de capital fechado, seus relatórios de avaliação (valuation) geralmente estão associados às rodadas de captação.

A última avaliação formal divulgada da Coinbase foi em outubro de 2018, quando a empresa valia US$ 8 bilhões e captou US$ 300 milhões em uma rodada série E.

Aproveitando o possível apetite do mercado em relação à empresa, a exchange de derivativos em cripto FTX listou um contrato futuro sintético de Coinbase Pre-IPO, o CBSE.

A ideia é que ativo rastreie o valor de mercado (futuro) da companhia dividido por 250.000.000 (quantidade de ações) e, ao final do primeiro dia de negociação pública, converta seus saldos na quantidade equivalente de tokens de ações fracionárias da Coinbase.

E, se isso não acontecer até dia 1 de junho de 2022, os saldos da CBSE expirarão em US$ 32, em linha com a última avaliação formal da Coinbase de US$ 8 bilhões e um desconto de 74,4% em relação ao seu valor de lançamento, em dezembro de 2020.

O gráfico abaixo mostra a evolução da expectativa do mercado em relação ao valuation de Coinbase, baseado na evolução do preço desse contrato futuro (CBSE), desde o lançamento ao momento atual.

Gráfico

Descrição gerada automaticamente

Cotação em dólar do título derivativo FTX CBSE (dez/20 a fev/21)

Fonte: TradingView

O contrato futuro de Coinbase (CBSE), lançado a US$ 125 em 22 de dezembro de 2020, foi a US$ 235 no primeiro dia, alcançou US$ 300 em 10 de janeiro e é cotado hoje (12 de fevereiro de 2021) a US$ 356, uma alta expressiva de 185% no período. 

A título de comparação, com a escalada do último bull run levando o BTC à novas máximas – e rompendo a resitência dos US$ 40 mil -, a cotação do Bitcoin (BTCUSD) na plataforma da Coinbase variou 100% no período, enquanto a cotação dos contratos futuros de Bitcoin (BTC1!) listados na CME (Chicago Mercantile Exchange) variou 102% no mesmo horizonte de tempo.

Salta aos olhos o fato da atual expectativa do mercado sobre o valor futuro da Coinbase (CBSE), mesmo pegando carona no momento de otimismo sobre a evolução de BTC, demonstrar apreciação acima da escalada de preço do próprio Bitcoin, ainda mais após o anúncio da Tesla sobre a alocação de US$ 1,5 bilhão da criptomoeda em seu book de ativos.

Gráfico

Descrição gerada automaticamente

Cotação em dólar do título derivativo CME BTC1! (dez/20 a fev/21)

Fonte: TradingView

Além disso, o volume diário de CBSE negociado na plataforma da FTX ainda é pequeno quando comparado ao mercado de capitais tradicional, tendo movimentado pouco mais de US$ 2,5 milhões desde sua listagem em dezembro.

O quadro abaixo resume a evolução do valuation da Coinbase, baseada no último valuation formal divulgado (2018) e na cotação de CBSE. Compara, também, tais valores com a evolução da cotação de Bitcoin em dólar (BTCUSD) na plataforma da Coinbase e de seu contrato futuro (BTC1!) na CME.

Projeção de Market Cap da Coinbase baseada na cotação em dólar de CBSE, BTC e BTC1!

Fonte: autor

Para se ter uma média de possíveis preços da ação da Coinbase em seu lançamento, tomando como referência o valor de CBSE a US$ 300, a ação da Coinbase negociaria a 8,38x o seu valuation de 2018, chegando ao market cap de US$ 75 bilhões, um prêmio de 140% em relação ao valor de lançamento de seu contrato futuro pré-IPO realizado pela FTX.

Outro detalhe importante desse evento de lançamento público de ações é o fato de os gestores da companhia optarem por uma colocação não convencional.

Visando simplificar e baratear a operação, no lugar de um IPO clássico em que novas ações são emitidas e lançadas a público com o suporte de intermediários (bancos, distribuidoras de valores, etc.), a Coinbase negociará direto a conversão em ações das cotas já existentes nas mãos de seus acionistas, em uma modalidade chamada de listagem direta de ações (direct listing).

Algumas empresas como Spotify e Slack foram bem-sucedidas ao adotar este como meio de realizar suas ofertas primárias. Sem intermediário nem período de lockup, a listagem direta tende a ser mais acessível, porém pode gerar maior volatilidade pela liquidez imediata da ação para o novo acionista.

Visando reduzir essa possibilidade, tudo indica que a colocação será de ações classe A, com maior direito a voto na companhia.

Fato é que, mesmo com a aprovação da SEC (a CVM norte americana) para a operação do modelo, algumas incertezas regulatórias sobre o mercado da Coinbase ainda pairam no ar.

Num momento em que grandes players iniciam seus testes de diversificação de seus caixas em Bitcoin, o processo da própria SEC contra Ripple e o alto custo da solução para falta de escalabilidade do Ethereum acabam por forçar a concentração de investidores institucionais em um único ativo (BTC).

Além disso, por ser uma empresa baseada nos Estados Unidos, não é permitido à Coinbase oferecer negociação com margem em derivativos, algo que a maioria de seus concorrentes domiciliados no exterior oferta em larga escala a seus clientes. Tais fatores impactam diretamente na diversificação do portfólio de serviços da empresa.

Por outro lado, IPO’s recentes de empresas de tecnologia com diversas lacunas estruturais em seus mercados apresentaram excelentes resultados. Vide Airbnb (112% de alta desde a abertura e market cap de US$ 86,5 bilhões), cujas ações continuam subindo mesmo diante da fragilidade regulatória de seu modelo de negócio, acrescido do alto impacto da pandemia por Covid-19 no setor de turismo.

Portanto, mesmo diante de informações relevantes e dados quantitativos da evolução de preços de ativos com forte correlação ao valor de mercado da Coinbase, pela falta de negócios similares já listados como referência, até que a companhia libere novas informações financeiras depois de abrir seu capital é arriscado dizer o quão lucrativo o negócio é.

Porém, se depender do momento favorável, o IPO da Coinbase tem grande chance de ser, mais que um divisor de águas, a ponte que conectará em definitivo o segmento cripto e o mercado de capitais tradicional.

Uma última informação: a FTX alerta em seu site que por ser um produto volátil, investidores em CBSE devem entender e atender o mecanismo de risco da companhia, margem, liquidação e políticas de fundos de seguro.

Stay safe.

Filipe Pires é pesquisador e chefe de análise econômica do Alter, o primeiro cryptobank do Brasil.

#soualter #fintech #economia #bitcoin #ipo #coinbase

A crise da Ripple pode estar afetando outros criptoativos como ETH e USDT e pode ter um impacto em todo o mercado cripto, impulsionando a atuação da instituição reguladora de mercados mobiliarios americana para monitorar este mercado.

Ser entusiasta de finanças descentralizadas e criptoativos é ter compreensão da mola propulsora do ecossistema: a ausência de confiança nas instituições. O debate absolutamente aquecido se constitui a partir de visões com, talvez, até um certo maniqueísmo, em que uma parte rechaça a regulação e, outra parte, que não vislumbra a necessária harmonia, eficiência e desenvolvimento do setor sem regulação.

A dor da confiabilidade acompanha o processo de amadurecimento do ecossistema desde o início. Legado de uma mídia que se valeu fortemente de notícias negativas que ofuscaram as potencialidades da tecnologia: liberdade financeira e empoderamento social.

A indústria de criptoativos nos EUA é uma das mais consolidadas, acompanhada de um arcabouço regulatório de vanguarda. Embora esteja longe de ser um país com abordagens consistentes por suas principais autoridades e condução legislativa sincrôna pelos Estados, o regulador americano introduziu mãos pesadas no setor.

A consolidação do criptomercado norte-americano não necessariamente corresponde a um cenário de segurança jurídica ampliada, cujo resultado tem sido a mudança do eixo jurisdicional de grande parte das empresas para países mais arrojados na flexibilização da tecnologia.

SEC E O PROEMINENTE RISCO REGULATÓRIO

A SEC (“Securities and Exchange Comission”), órgão regulador do mercado de capitais norte-americano, fiscaliza e regulamenta o mercado de valores mobiliários. No Brasil, é o órgão equivalente a Comissão de Valores Mobiliários.

E o que são considerados valores mobiliários? São quaisquer títulos ou contratos de investimento coletivo ofertados publicamente e que geram direito de participação, de parceria ou remuneração, cujos rendimentos advêm do esforço do empreendedor ou de terceiros.

A erupção de projetos no setor colidiu com uma série de entendimentos da SEC no sentido de que determinados tokens (criptoativos) eram security (valor mobiliário). Um exemplo foi o DAI (DAO) que em 2017 se viu posicionado no holofote da autoridade que se manifestou no sentido de que o token seria security.

O tratamento como security importa na submissão à uma série de obrigações por parte dos idealizadores. O descumprimento normativo provoca a manifestação do poder punitivo da autoridade, que também exerce esse poder contra quem pratica atos fraudulentos no mercado.

Um mercado livre, competitivo, informado e eficiente é sobretudo calcado na confiabilidade de seus participantes. Ainda mais para um mercado onde há transferência de recursos e a relação entre investidores e os agentes econômicos deve ser saudável e alicerçada.

O QUE CARACTERIZA UM SECURITY?

Há uma zona cinzenta  quanto ao enquadramento de um ativo como security, muito em razão das especificidades de alguns projetos e o fato de os entendimentos não serem tão pacificados, desencadeando longos processos administrativos e judiciais.

Nos EUA, o método mais utilizado na identificação de um security (avaliação construída pela Suprema Corte americana), é o Howey Teste. Sua aplicação foi inclusive absorvida pela CVM em suas análises técnicas de julgamentos importantes no cenário cripto brasileiro.

 No Howey Teste se busca identificar a configuração de 6 requisitos:

  • a existência de um investimento;
  • a formalização do investimento em um título ou contrato, independente da forma e natureza;
  • o caráter coletivo do investimento;
  • o direito a alguma forma de remuneração (com valor de mercado, mas independente da representação);
  • que essa remuneração tenha origem nos esforços do empreendedor ou de terceiros que não o investidor;
  • que os títulos ou contratos sejam objeto de oferta pública (conceito extremamente genérico).

Há posturas internas no Órgão que visam trazer maior segurança jurídica e de conformidade. A comissária da SEC, Hester Peirce, formalmente criou uma proposta chamada “Token Safe Harbor Proposal”, cujo objetivo é oferecer 3 anos a partir de primeira venda do token, durante o qual os projetos ganhariam um nível de descentralização suficiente para passar pelo Howey Teste, bem como outros parâmetros de análise.

Descentralização é importante pois os protocolos de rede blockchain distribuídos e descentralizados, por suas característica de imutabilidade, não ingerência, protocolo de consenso, ou seja, uma tecnologia desenvolvida para que não haja uma autoridade central, desqualificam os criptoativos nascentes dos protocolos como um título ou contrato de investimento coletivo, nos termos de entendimento atual.

DECORRADA DA RIPPLE?

O objetivo não é analisar substancialmente a recente acusação da SEC contra a Ripple, mas elencar os principais pontos e traçar alguns paralelos importantes. As alegações principais consistem em: (i) ter ocorrido a venda de 14.2 bilhões de tokens XRP com um retorno de mais de US$ 1.38 bilhões, dinheiro usado nas operações de expansão da Ripple e enriquecimento ilícito dos fundadores; (ii) manipulação de mercado e assimetria de informação, através do uso de algoritmos para cronometrar a quantidade e o preço das vendas de XRP, bem como pagamentos de incentivos a players do mercado e para exchanges viabilizarem negociação de XRP.

O protocolo da rede Ripple é altamente centralizado, pois a maioria dos nós (nodes da rede peer-to-peer) pertence a Ripple. É essencial também entender o propósito da Ripple: a intenção da empresa é competir no âmbito de rede de pagamentos interbancários, ao lado do SWIFT.

Essa perspectiva foi uma grande força de venda de XRP, uma vez que houve uma intensa projeção e apostas de que no futuro a Ripple se tornaria a principal rede de pagamentos dos Bancos.

A Ripple enfrenta hoje uma crise reputacional e institucional, com diversas exchanges suspendendo as negociações de XRP em suas plataformas.

ETHER

O ETH, criptoativo nativo da rede blockchain Ethereum (a atual plataforma open source mais utilizada para o desenvolvimento de aplicações DeFi), como qualquer ativo importante, inevitavelmente ingressa na zona de questionamentos quanto à um risco regulatório.

Apesar da sensação de caça às bruxas, o entendimento predominante é de tratar o risco como remoto. Isso ocorre pelo motivo da descentralização da rede, o que já foi reforçado por declarações do Jay Clayton (ex-presidente da SEC) e de William Hinman (Diretor de Finanças na SEC), na direção de que o ETH não se assemelha a um security.

Em verdade, muito se fala na transição de um ativo e em como ele inicialmente pode ser tratado como um contrato de investimento coletivo (e então security), uma que vez que emerge de ICOs (“Initial Coin Offering”). Porém, gradativamente se enraiza como um ativo descentralizado.

USDT

O USDT também tem despertado insegurança. O USDT é o dólar sintético, ou seja, uma stablecoin lastreada na moeda fiduciária do dólar. As stablecoins de uma maneira geral estão vinculadas a alguma espécie de ativo subjacente, devendo o valor do token estar lastreado em uma reserva desses ativos como garantia.

No que pertine ao entendimento como security, o Grupo de Trabalho do Presidente sobre Mercados Financeiros (PWG), em dezembro de 2020, realizou uma série de considerações regulatórias importantes sobre stablecoins. Não foi descartado o risco de stablecoins serem classificadas como security pelas autoridades regulatórias e/ou outra espécie de ativo sob o guarda chuva de leis americanas, dependendo bastante dos arranjos do projeto.

Ao longo do tempo, o efervescente mercado começou a colocar dúvidas em relação a condução da empresa Tether, empresa responsável pelo USDT, seja na liberalidade para a emissão de novos tokens ou sobre o quão crível era a reserva que a empresa deveria ter como garantia. A insegurança de investidores se potencializou com a ruptura de contrato com a empresa designada para auditoria da Tether.

Tether e Bitfinex também sofrem acusação de manipulação de mercado quanto ao preço do Bitcoin e estão sendo investigadas  pela promotoria de NY por suposta fraude referente ao desaparecimento de US$ 850 milhões.  

PERSPECTIVAS

O ecossistema de criptoativos e sua potencial revolução na economia digital e, sobretudo, na maneira como fazemos a valoração de liberdade e dinheiro, gera uma ramificação de dúvidas e incertezas.

Entendo que a melhor estratégia para quem está inserido no mercado é se munir de informação e não “comprar” o medo desinformado.

Há diversos projetos que caminham com segurança e diligência. A institucionalização do mercado e o crescimento exponencial da indústria de criptoativos reflete que, hoje, há uma comunhão de esforços de todos os lados, objetivando distribuir confiança e permitir que as potencialidades não sejam inibidas por uma centralização excessiva e arbitrariedades. Afinal: money makes the world go round.

Imagine você passar meses acumulando pontos para depois descobrir que eles não valem quase nada. Ou pior, expiraram sem você ter tempo hábil de juntar uma quantidade relevante.

De novo, imagine você se adaptando a usar apps e cartões em busca de cashbacks e depois descobrir que esse dinheiro tem diversos ‘bloqueios’ como: gastar apenas em lojas parceiras, taxas e até limite de saque. Tudo isso impossibilita o real aproveitamento do dinheiro.

Nós já sentimos isso tudo na pele e, por isso, propomos algo totalmente diferente. Criamos o Criptoback.

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2020 foi um ano fora da curva, já sabemos. Que testou os nervos até dos investidores mais resilientes, é fato. Continue a leitura para entender o que aconteceu e como isso pode te impactar.

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